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Polisenso

linda demais ..

(Source: somesley, via justbeinginmyworld)

Não gostava de nada. Vai ver eu estava com medo. É isso: eu tinha medo. Eu queria ficar sozinho num quarto com a janela fechada. Fiquei curtindo essa ideia. Eu era um trambolho. Eu era um lunático. Charles Bukowski  (via sussurrosegritos)

(Source: congestus, via gotas-de-jupiter)

Explicar as coisas que eu sinto , é quase como explicar as cores para um cego . Bob Marley (via opposit-e)

(Source: cinderela-punk, via gotas-de-jupiter)

‎Tenho sido acometido constantemente pelo inédito, pelo inesperado, pela novidade. Nem mesmo eu sabia o quanto estava precisando de novos ares, novos lugares, novas histórias pra contar. Ano passado foi bom, mas repeti demais, permaneci demais em situações que eu sabia que dariam errado desde o começo. Muito disse, muito senti, estraguei uma ou outra coisa, mas sobrevivi. Qualquer outro caminho que eu tivesse seguido não me teria trazido até o agora. Eu estou gostando do agora. E isso só me deixa mais ansioso pelo que me está reservado no depois. Parei de caminhar pela marquise, com medo da chuva. Me deixei atingir por raios. E sempre tem um ou outro que é forte o suficiente pra te fazer o coração parar, pra voltar a bater ainda mais forte. É intensa, a vida de quem corre na chuva, sem desviar das poças d’água. É imprevisível, a vida de quem caminha sem medo de escorregar, de olhos fixos no horizonte, desatento às pedras no chão. Os tombos viram cicatrizes e, em seus pontos recém costurados, se pode ler uma porção de coisas. E entre “não faça isso” e “faça aquilo”, a gente passa a caminhar por estradas cada vez mais estreitas, quase claustrofóbicas. São tantas as lições que a vida nos dá, que, por vezes, vemos nosso mundo se restringir a minúsculos cubículos cercados por instransponíveis muralhas. Assim a gente pára de caminhar, e passamos a viver em um eterno ciclo repetitivo. E é quando essa situação se transforma numa chaga insuportável, a gente apalpa as próprias costas e descobre que somos dotados de asas. Lá de cima, a gente pode acompanhar todos os caminhos que deixamos de percorrer, por medo de colecionar novas - e mais doloridas - cicatrizes. Tomados pelo arrependimento, descobrimos que nossa estrada não é de duas mãos .  Lucas Silveira (via gotas-de-jupiter)
Algumas coisas voltam. Outras não. E a única lição que eu tiro do meu passado, é que tudo que está lá, teve seu motivo pra não continuar comigo. A vida é muito curta pra sentir remorso por palavras não ditas ou coisas não feitas. E muito menos arrependimento por ter tido coragem o suficiente pra seguir meus próprios impulsos. Então, por todas as saudades boas que eu sinto, agradeço a quem me deu essas lembranças. Tornou-insano (via tornou-insano)

(via apenas-mais-um-passaro)

Repórter: Você acredita em Deus?
Camelo: Teve alguém que disse que Deus é um ponto de interrogação. Achei essa imagem bonita. Não acredito em uma figura, mas sim que fazemos parte de uma parada maior, e que ela é incompreensível a nós. (…) Você como observador transforma o objeto observado. Com Deus também é assim. Deus já falou comigo.
Repórter: E falou o quê?
Camelo: Foi uma única vez. Eu tava indo dormir e ouvi do fundo da minha alma. Ele disse: “Faaaaaaaaaaaaz!!!”.
Repórter: Faz o quê?
Camelo: Sei lá, cara. Só sei que eu fiz. Sigo fazendo.
Marcelo Camelo para a revista Trip, maio de 2010 (via retrovisor-soluvel)

(Source: hermania, via retrovisor-soluvel)